Desde o início da sua existência, o Frevo vem ocupando seu espaço, graças aos nossos primeiros mestres compositores, como Levino Ferreira, Zumba, Capitão Zuzinha, Antônio Sapateiro, Lídio Macacão, Lourival Oliveira, Eugênio Fabrício, Eucário Barbosa, Raul Moraes, Edgard Moraes, João Santiago, Capiba, Nelson Ferreira, Irmãos Valença, Luis de França, e os seus seguidores como Getúlio Cavalcante, J. Michilis, Romero Amorim, Bráulio de Castro, Maurício Cavalcante, Marcelo Varella, Luis Guimarães, Claudio Almeida, Humberto Vieira, Heleno Ramalho, Spock, entre outros. Hoje, ao completar cem anos de batismo, o Frevo desponta nacional e internacionalmente como um estilo de música de grande expressão no cenário musical do planeta.Nestes cem anos, surgiram nas ruas do Recife, agremiações hoje também centenárias, como os clubes Vassourinhas (1889), Pás Douradas (1887) e Lenhadores (1897), além dos tradicionais Pão Duro, Prato Misterioso, Toureiros de Santo Antônio, Cachorro do Homem do Miúdo, Batutas de São José, Abanadores do Arruda, Banhistas do Pina, Madeira do Rosarinho, Rebeldes Imperial, O Balaço É Meu, Pão da Tarde, entre outros, que, juntamente com as agremiações mais novas, como Bloco da Saudade, Eu Quero Mais, O Bonde, Flor de Eucalipto, Ilusões, Aurora de Amor, Cordas e Retalhos e O Galo da Madrugada, sustentarão o Carnaval de rua do Recife, nos próximos 100 anos.
Fonte: site da Prefeitura do Recife
Só de ler contagiou!!!
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