MEME LITERÁRIO 2012 - 3

20 de outubro de 2012

Minhas postagens do Meme estão atrasadas por isso duas postagens hoje.

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Dia 14 – Você costuma frequentar bibliotecas? A biblioteca municipal? A da faculdade? Quantos livros costuma pegar? Fale um pouco sobre o assunto.

Aqui (Recife) não temos bibliotecas pra frequentar, na época da faculdade utilizava mais pra consultas de assuntos de estudo mesmo. Só lembro de participar ativamente de bibliotecas quando criança/pré-adolescente, no meu bairro tinha uma e a gente participava de muitas atividades.

Com a chegada dessas livrarias que você lê os livros todos enquanto está lá, acho que as bibliotecas perderam o sentido nos grandes centros, confesso que não gosto.

Dia 15 – Se você pudesse escolher um único livro para ganhar/comprar até o final do ano, qual seria?(Pergunta feita no Meme de 2011. Se você participou na época, procure comparar as respostas. Ainda é o mesmo livro? Você acabou conseguindo o livro escolhido da época?)

O do ano passado foi Stardust - Neil Gaiman, não comprei ainda, não achava mais nem em sebos, não comprei, nem ganhei mas já o encontrei pra vender, então acalmou mais.
O que queria mais comprar até o final desse ano é Shakespeare and Company - Sylvia Beach - se é pra escolher só um.



Dia 16 - O que te faz largar a leitura de um livro no meio do caminho? Que defeitos imperdoáveis um livro tem que ter para você abandoná-lo? 

Não gosto de livros monótonos, com muita descrição, com poucos diálogos, isso me faz perder o interesse.

Dia 17 – Na sua opinião, qual é o propósito da literatura? Entreter? Educar? Ampliar horizontes? Fale um pouco sobre isso. 

Acho que todas as alternativas citadas além de companhia, um livro é sempre um bom companheiro.

Dia 18 – Você costumar ler e-books? Ou prefere o bom e velho livro em papel? Por que? (Pergunta feita no Meme de 2011. Se você participou na época, procure comparar as respostas.) 

Acho que meu pensamento continua o mesmo, ainda sou meio travada pra eles, não tenho preconceito, acho ótimo, prático, mas eu não tenho esse costume ainda.

Dia 19 – O que você acha da elitização da literatura? Você acha que realmente só é intelectualizado aquele que lê os clássicos da literatura? Que ler 1000 livros “de banca” não equivalem a 10 clássicos? O que você acha das pessoas que criticam a literatura “para a massa”, os blockbusters literários? É mesmo possível julgar o nível de intelecto de uma pessoa pelo que ela lê? Você tem algum preconceito literário? 

Claro que não, as pessoas não são mais inteligentes ou melhores leitores quando leem clássicos, já conheci tantas pessoas que são inteligentes, que falam bem, e conversam sobre qualquer assunto e mal sabem ler, outros que já leram de tudo de mais importante e histórico e não sabem de nada. Se não gostar de livros de auto-ajuda for preconceito sim eu tenho, não gosto,acho que esses livros deixam a gente mais deprimidas.

Dia 20 – Cite 3 livros especiais na sua vida. Fale sobre eles. 

A sombra do vento - eu fiquei apaixonada por esse livro, peguei pra ler sem nenhuma pretensão, só por ter lido uma resenha, que mencionava que o livro tratava de pessoas que gostam de livros e como eu gosto de histórias assim, eu comprei, nunca tinha lido nada do autor, e foi daqueles difícil de largar, acho que virei a madrugada lendo porque não conseguia parar.

Senhora Dona do Baile (Zélia Gattai) - livro que ganhei de uma colega de trabalho a muitos anos, e já li trocentas vezes.

"Em Senhora dona do baile, Zélia Gattai retrata o período de exílio da autora e seu marido, o escritor Jorge Amado, quando ele teve os direitos políticos cassados por ser membro do Partido Comunista Brasileiro. Em 1948, Zélia deixou o Brasil com o filho João Jorge para encontrar-se com Jorge Amado na Europa, onde viveu durante cinco anos, participando intensamente da vida cultural européia, ao lado de personalidades como Pablo Neruda, Nicólas Guillén, Jean-Paul Sartre, Simone de Beauvoir, Aragón, Paul Éluard, Picasso, Ilya Eremburg, entre outros. O cotidiano do casal é repleto de aventuras pouco comparáveis às experiências dos turistas convencionais em terra estrangeira: eles conhecem personalidades da política e do cenário cultural internacional, vivenciam o entusiasmo da classe intelectual que ainda acredita piamente no Socialismo e encaram com coragem uma Europa em reconstrução após os estragos provocados pelo Nazismo. Com bom humor e uma dose de erudição, Zélia conduz o leitor por Lisboa, Paris, Praga e a antiga URSS. Apesar do encanto exercido pelas excentricidades culturais de cada lugar, o casal sofre com a saudade dos entes queridos deixados no Brasil e do próprio João Jorge, quando Zélia e Jorge precisam se separar do filho para cumprir compromissos em outros países. Embora a partida de ambos tenha sido motivada por contingências políticas, as amizades adquiridas nesses cinco anos e os diversos apelos pela paz que foram endossados pelo casal dão a impressão de que o exílio foi tão frutífero para a família Amado quanto para aqueles que os acompanharam em terra estrangeira." SKOOB

Persépolis -  Marjane Satrapi - Livro mais recente que li e gostei, conheci ele por indicação do Walter Tierno (Ilustrador, Artista Gráfico e Jornalista ) fiquei interessa e comprei, amei o livro e indico sempre. O livro é em forma de graphic novel e isso deixou o tema mais leve, talvez se fosse um livro só de textos eu nem lesse.

"Marjane Satrapi tinha apenas dez anos quando se viu obrigada a usar o véu islâmico, numa sala de aula só de meninas. Nascida numa família moderna e politizada, em 1979 ela assistiu ao início da revolução que lançou o Irã nas trevas do regime xiita - apenas mais um capítulo nos muitos séculos de opressão do povo persa. Vinte e cinco anos depois, com os olhos da menina que foi e a consciência política à flor da pele da adulta em que se transformou, Marjane emocionou leitores de todo o mundo com essa autobiografia em quadrinhos, que só na França vendeu mais de 400 mil exemplares. Em Persépolis, o pop encontra o épico, o oriente toca o ocidente, o humor se infiltra no drama - e o Irã parece muito mais próximo do que poderíamos suspeitar." SKOOB

Acho que esse dois últimos livros que citei gostei pelo mesmo motivo, conheci uma parte da história política,  na visão daqueles que a viveram de uma forma mais leve.


Até mais!


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